terça-feira, 28 de agosto de 2012

Barrinha de proteína, oi?


Não é a oitava maravilha do mundo, mas pode quebrar um galhão.

Eu me viro bem de dieta - até chegar ao meio da tarde e eu estar sentada em frente ao computador trabalhando. Ju-ro, meu corpo grita pelo combo: carboidrato + glicose. E aí o que acontece? Corro em casa (trabalho bem perto mesmo), abro o armário e me jogo dentro sem medo de ser feliz. 

Bom, não há academia no mundo que dê jeito numa criatura dessas. Eu já estava descrente de ter braços finos e estava entrando para o grupo das feministonas que fincam a bandeira: “gordinha e feliz”, quando descobri a linda da barrinha de proteína. Mas Juliana parece aquelas comidas de passarinho. Não gente, essa é a barrinha de cereal (comi tanto na vida que sinto um pouco de nojo).

A barrinha de proteína é uma linda que existe nos sabores chocolate, pão de mel, frutas vermelhas e olha, por aí vai. Conforme comecei dizendo, não é uma maravilha servida pelo Ashton Kutcher sem camisa, mas ajuda nossos hormônios incontroláveis e, normais. Por que sim, somos completamente normais e comemos o quanto de brigadeiro cabe numa panela (a maior panela que vem no conjunto de panelas inclusive).




Existem muitas marcas no mercado e o preço varia bastante.
O que vale é dar uma olhada na tabela nutricional de cada uma. 

Como tudo em excesso faz mal, inclusive proteína demais pode engordar, não custa nada consultar um nutricionista e manter uma alimentação balanceada, assim pode comer barrinha sem culpa a tarde.

Nenhum comentário:

Postar um comentário