Não é a oitava maravilha do mundo, mas pode quebrar um
galhão.
Eu me viro bem de dieta - até chegar ao meio da tarde e eu
estar sentada em frente ao computador trabalhando. Ju-ro, meu corpo grita pelo
combo: carboidrato + glicose. E aí o que acontece? Corro em casa (trabalho bem perto
mesmo), abro o armário e me jogo dentro sem medo de ser feliz.
Bom, não há academia no mundo que dê jeito numa criatura dessas.
Eu já estava descrente de ter braços finos e estava entrando para o grupo das
feministonas que fincam a bandeira: “gordinha e feliz”, quando descobri a linda
da barrinha de proteína. Mas Juliana parece aquelas comidas de passarinho. Não gente,
essa é a barrinha de cereal (comi tanto na vida que sinto um pouco de nojo).
A barrinha de proteína é uma linda que existe nos sabores
chocolate, pão de mel, frutas vermelhas e olha, por aí vai. Conforme comecei
dizendo, não é uma maravilha servida pelo Ashton Kutcher sem camisa, mas ajuda
nossos hormônios incontroláveis e, normais. Por que sim, somos completamente
normais e comemos o quanto de brigadeiro cabe numa panela (a maior panela que
vem no conjunto de panelas inclusive).
Existem muitas marcas no mercado e o preço varia bastante.
O que vale é dar uma olhada na tabela nutricional de cada uma.
Como tudo em excesso faz mal, inclusive proteína demais pode
engordar, não custa nada consultar um nutricionista e manter uma alimentação balanceada,
assim pode comer barrinha sem culpa a tarde.



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